sexta-feira, 30 de setembro de 2011

30/09/2011 - 13h08 / Atualizada 30/09/2011 - 13h34

CNI/Ibope: popularidade de Dilma supera as de Lula e FHC

Daniela Martins
Em Brasília

  • No parlatório, ex-presidente Lula passa a faixa presidencial para Dilma Rousseff
A avaliação positiva da presidente Dilma Rousseff é maior do que as dos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Fernando Henrique Cardoso (PSDB) nas terceiras pesquisas de popularidade CNI/Ibope das suas gestões. Enquanto 71% aprovaram Dilma Rousseff à frente do governo neste mês, 69% aprovaram a maneira de governar de Lula na terceira pesquisa do seu primeiro mandato. Em relação a FHC, 57% o aprovaram como presidente em setembro de 1995.

A avaliação do governo Dilma também supera a das gestões dos ex-presidentes. Enquanto a governo da presidente Dilma foi avaliado como ótimo ou bom por 51% dos entrevistados em setembro, em setembro do primeiro ano do governo Lula, o percentual foi de 43%. No mesmo período do primeiro ano de FHC, sua gestão recebeu aprovação de 40%.

O gerente-executivo de pesquisa da Confederação Nacional da Indústria, Renato da Fonseca, destacou que a presidente Dilma herdou a popularidade de Lula. Na última pesquisa de popularidade do seu governo, em dezembro de 2010, Lula atingiu 87% de aprovação pessoal.

'Faxina' melhorou avaliação, diz CNI

A melhora da avaliação da presidente Dilma Rousseff se deve à faxina promovida na Esplanada dos Ministérios, segundo o gerente-executivo de pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Renato da Fonseca.

A pesquisa de setembro, diz Fonseca, reflete as demissões dos envolvidos em denúncias de corrupção no alto escalão do governo. "Ela conseguiu, dentro do episódio virar um pouco o jogo para trazer coisas positivas para o seu governo", afirmou.

Na pesquisa de setembro, o assuntos mais lembrados de forma espontânea são as denúncias de corrupção nos ministérios dos Transportes, Agricultura e Turismo. Em segundo lugar, vem a faxina ministerial empreendida por Dilma.

Na sondagem realizada em julho, os assuntos mais lembrados foram a crise no Ministério dos Transportes, com 21%, e a demissão do então ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, com 14%. As ações da presidente em relação às denúncias não chegaram a ser mencionadas pelos entrevistados na época.

A avaliação positiva da presidente Dilma Rousseff subiu quatro pontos percentuais entre julho e setembro, passando de 67% para 71%. A pesquisa CNI/Ibope entrevistou 2.002 eleitores em 141 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

21/09/2011 - 07h00

Dilma vai abordar crescimento do Brasil e iniciativa palestina em discurso na ONU

Do UOL Notícias
Em São Paulo
    Dilma sentada ao lado do presidente dos EUA, Barack Obama, antes de começar a cerimônia do grupo denominado Governo Aberto
A tradição brasileira de fazer o discurso de abertura da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas fará com que a presidente Dilma Rousseff torne-se, nesta quarta-feira (21), a primeira mulher a desempenhar a função. Seu discurso terá como foco o crescimento do Brasil e de outros países emergentes em meio à crise financeira global e deverá abordar também a iniciativa palestina de pedir reconhecimento na ONU.

“É uma fala de esperança”, definiu a presidente em declarações à imprensa. “Tenho uma expectativa de levar a palavra do Brasil, principalmente sobre as questões relativas ao fato de ser um país afirmativo, que cresce”, disse, acrescentando que está “muito emocionada” por representar a sua nação.

Entre os temas a serem abordados no discurso, estão a luta contra o protecionismo no comércio internacional e a guerra cambial. Dilma deverá citar exemplos brasileiros para mostrar como os países podem reduzir os efeitos da crise econômica sem deixar a inclusão de lado, além de cobrar um papel maior dos países emergentes em órgãos internacionais como o Conselho de Segurança da ONU, o FMI e o Banco Mundial.

O Brasil é defensor de uma reforma no Conselho de Segurança, integrado por 15 países – cinco permanentes (China, França, Rússia, Reino Unido e EUA) e dez rotativos. Para o governo brasileiro, o órgão não reflete o mundo atual, pois mantém a estrutura dos anos pós-Segunda Guerra Mundial.

Outro ponto importante deverá ser a tentativa de reconhecimento dos palestinos perante a ONU. O Brasil, que reconheceu o Estado Palestino no final do ano passado, deverá abordar o plano de Mahmoud Abbas, líder da Autoridade Palestina, que desagrada aos Estados Unidos e a Israel.

Abbas deverá apresentar o pedido para que o Estado palestino seja reconhecido como membro pleno nas Nações Unidas na próxima sexta-feira. Segundo o líder, somente assim as negociações com Israel poderão ser retomadas. O Brasil já anunciou seu apoio ao plano palestino.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Dilma será a primeira mulher a abrir o debate geral da ONU

No dia 21, a presidenta será a primeira mulher, desde a fundação das Nações Unidas, a proferir o discurso de abertura da Assembleia-Geral.

A presidenta Dilma Rousseff realiza visita de trabalho a Nova York a partir desta segunda-feira (19) até 22 de setembro, quando chefiará a delegação brasileira à 66ª Assembleia-Geral das Nações Unidas (ONU).
No dia 21, a presidenta será a primeira mulher, desde a fundação das Nações Unidas, a proferir o discurso de abertura da Assembleia-Geral.
No dia 19, a presidenta participará da sessão de abertura da Reunião de Alto Nível sobre Doenças Crônicas e Não-Transmissíveis e será co-anfitriã do Colóquio de Alto Nível sobre Participação Política de Mulheres.
No dia 20, a mandatária brasileira co-presidirá – juntamente com o presidente dos EUA, Barack Obama – a cerimônia de lançamento da Parceria para a Transparência Governamental (“Open Government Partnership”).
No mesmo dia, receberá o prêmio “Woodrow Wilson for Public Service”, outorgado pelo “Woodrow Wilson International Center for Scholars”.
No dia 22, Dilma participará da Reunião de Alto Nível sobre Segurança Nuclear e da Reunião de Alto Nível do Conselho de Segurança sobre Diplomacia Preventiva.
A presidenta também manterá encontros bilaterais com chefes de Estado e de governo e com o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon.
O ministro das Relações Exteriores, Antonio de Aguiar Patriota, acompanhará a presidenta Dilma Rousseff e participará de encontros bilaterais com chanceleres de diversos países, bem como de reuniões ministeriais do Brics e do G-4.
A Assembleia-Geral das Nações Unidas, em sua 66ª sessão, deverá privilegiar, dentre outros temas, questões relacionadas à mediação e à diplomacia preventiva.

Dilma é capa da revista 'Newsweek'

A presidente Dilma Rousseff é retratada na capa da revista 'Newsweek' que chega às bancas nesta semana. A reportagem, disponível na versão online, aborda a forma como a presidente conduz o governo, fala da repressão à corrupção federal e também retrata um pouco de sua vida pessoal, lembrando que ela divorciou-se duas vezes e, aos 63 anos, é avó.


Dilma participa nesta semana de compromissos nos Estados Unidos. Ela participará de diversas reuniões bilaterais com outros chefes de Estado e na quarta-feira (21) fará o discurso de abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas.

A reportagem de capa da publicação americana tem com título 'Don’t Mess With Dilma' (em tradução literal, 'Não mexa com Dilma'). O artigo sobre Dilma é parte de uma série de textos sobre o protoganismo feminino destacado na edição da revista. Na capa, que tem uma foto de Dilma desfilando em carro aberto no dia de sua posse, a manchete aponta: 'Where women are winning' (em tradução literal, 'Onde as mulheres estão vencendo'.)

Em entrevista à 'Newsweek', Dilma lembrou seu legado político junto ao ex-presidente Lula e recontou uma história em que uma criança lhe interpelou durante a campanha em um aeroporto perguntando se uma mulher poderia ser presidente. 'Ela pode', lembra Dilma de ter respondido à garota.

A 'Newsweek' reconta parte da história política e econômica brasileira, afirmando que a popularidade de Dilma continua alta mesmo com os seguidos escândalos de corrupção que agitam a imprensa. Segundo o repórter da publicação, a presidente não aparenta sinais da quimioterapia que enfrentou para combater o câncer durante a campanha eleitoral

A revista destaca o crescimento da economia brasileira e a criação de mais de 1,5 milhão de empregos nos primeiros meses de 2010. Na entrevista, Dilma disse que, 'quando era pequena, gostaria de ser bailarina ou bombeira'. Dilma afirmou: 'Eu não sei se este é um novo mundo, mas o mundo está mudando', afirmou, lembrando-se da garota que a questionou sobre o fato de mulheres buscarem a presidência.

Dilma também fala sobre sua passagem pela prisão durante o regime militar e da importância do Brasil e de países emergentes para ajudar a economia mundial.

Fonte: G1

sábado, 3 de setembro de 2011

Encontro dos Partidos

Acontece neste domingo (04) o Encontro dos Partidos da cidade de Porto de Moz. O evento será realizado a partir das 08h00, no Salão Paroquial. Estarão presentes os seguintes partidos: PTB, PT, PRP, PP, PSC e PSB.
Participe!